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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Promessas - Margaret Moore



Tudo era falso naquela cerimônia de casamento.
Massachussetts, 1855.
Durante gerações, casais têm vindo a Eternyt, Massachusetts, para trocar promessas de casamento. A lenda diz que aqueles que se unem em matrimônio na capela da cidade terão uma vida repleta de alegria. E seus habitantes fazem o possível para manter a tradição viva... Eternit... onde os sonhos podem se tornar realidade. Promessas é a história de como tudo começou...
Em sua secreta luta para a libertação dos escravos, o fazendeiro William Powell levava uma vida cheia de perigos, onde não havia lugar para o amor. Mas a estonteante beleza de Moira Davies alvoroçou seu coração, há muito mergulhado em uma tristeza infinita.


PARTES DO LIVRO



"(...) — Eu queria dizer que não me acho bonita. Ele a fitou.
- Não acredito. William abaixou os olhos. - Você é a mulher mais linda que eu já conheci. Antes que ela pudesse responder, William continuou.
— Eu gostaria que você não fosse tão bonita. Seria me­lhor.(...)

"(...)  Achando-se sozinho, William tinha a expressão relaxada. Parecia jovem e belo. A camisa molhada delineava com per­feição os ombros e peito e as calças indicavam coxas bem torneadas. Moira não tinha notado como o sr. Powell era charmoso(...)"

"(...) William a queria tanto quanto ela.Moira não exigia nada mais além de William. Ele era tudo. Aventura. Excitação. Familiar e ao mesmo tempo di­ferente. Eles se pertenciam por completo(...)"

"(...) E agora? Ele amava Moira de corpo e alma. A simples idéia de perdê-la para um outro homem ou para a morte o deixou em pânico. Se ela partisse...Será que conseguiria esquecê-la com outro casamento? Procurando conforto nos braços de outra mulher?Talvez. Sua atenção desviou-se para a capela, para o tú­mulo do pai. Não, nunca(...)"

"(...)Ele a puxou para si.
- Moira, Moira - murmurou William - Eu te amo! Eu a quero como esposa. Mas não tenho nada para oferecer...
- Eu não preciso nada mais além de você. Ele a olhou com tanto amor que Moira quase não conseguia respirar. Então os lábios apaixonados se uniram num longo beijo..(...)"

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Anjo Negro - Nieves Hidalgo


Miguel de Torres e seu irmão são exilados da Espanha para sempre por traição.
Tentam refazer sua vida em Maracaíbo, mas o pirata Morgan ataca a cidade, captura-os, e são vendidos como escravos em Port Royal.

Kelly Colbert viaja a Jamaica como castigo por negar-se a um casamento arranjado. Em Promise, terá que lutar contra as normas de uma sociedade apoiada na tirania. Mas, sobretudo, combaterá a paixão que um arrogante escravo espanhol desperta nela.

Escapando de Promise, Miguel se une a piratas franceses. Amargurado e vingativo, jura fazer todos os ingleses pagarem por sua humilhação. E, quando o navio no qual Kelly retorna a Inglaterra cai em suas mãos, encontra a vítima propícia para dar rédea a seus mais baixos instintos.

O capitão do Anjo Negro tem dinheiro, poder e rancor. Mas não tem em conta o amor, uma arma muito mais poderosa que o ódio.



PARTES DO LIVRO:


"(...)Diego e Miguel se ergueram ao mesmo tempo, e o capataz assinalou o segundo. Na distância, um olhar esmeralda se cravou no rosto de Kelly fazendo com que parasse seu coração ao reconhecer o que tão altivo se mostrou na plataforma do mercado. Ele jogou a comprida faca a um lado e se aproximou, limpando as palmas nas pernas das calças.
     Apertando as rédeas entre seus dedos, ela não pôde evitar contemplá-lo a gosto: largas e elásticas pernadas, como as de uma pantera à espreita, o cabelo comprido, e a impressão que o duro trabalho nos campos desenvolvera seus músculos. Estava muito moreno. E seus olhos… de uma intensidade elétrica, provocaram-lhe um estremecimento que lhe percorreu a espinha dorsal. (...)"

     "(...)Desde que apareceu em sua vida aquela sereia de cabelo dourado, Miguel não podia pensar em outra coisa. Sua imagem se interpunha em sua febre de vingança. Mas, naquele momento, não havia nada mais. Não via nada, salvo uns lábios suculentos, um corpo esbelto e atraente e uns olhos levemente fugidios. Uma espetada de loucura despertou nele, acaso porque podia assustá-la. Era uma compensação infantil, sabia, mas uma compensação. E necessitava de alguma ou acabaria louco(...)"


"(...) 
Aquela voz! Aquela voz! Não podia ser verdade!

     A seu redor, o barulho da turba assaltante esporeava seu orgulho ferido gravemente, mas ela se encontrava apertada ante aquele peito granítico que continuava retendo-a e se sacudia com o riso.
     Levantou a cabeça. E seus olhos toparam com dois lagos verde esmeralda que fizeram que seu coração parasse por um momento. Porque seu temor cobrava vida, não se confundia. Ante ela, mais avassalador e atraente que nunca, jorrando água e fundido com a escuridão com sua roupa negra, estava o homem que tirava seu sono, desde que o conheceu. Endireitou o corpo e com voz como uma chicotada, disse:
     —Solte-me, imediatamente, Miguel.
     Ele ficou petrificado. Seus músculos esticaram, e agarrou com mais força aquele corpo feminino que voltava como um sonho. Não podia afastar o olhar dela. Aquele rosto, aqueles olhos azul safira o lançavam de cabeça à loucura. Quantas vezes sonhou tendo-a? Quantas noites passou em claro, recordando seus beijos? Todas e cada uma das mulheres que houve em sua vida, desde que escapou de Port Royal e se uniu à frota pirata de Boullant, se perderam em um nada.(...)"

"(...) 
     Kelly se virou com um sorriso que se ampliou ao olhá-lo. Miguel estava muito bonito. Vestia calças negras e uma camisa branca com os cordões desamarrados, o que a permitia apreciar uma boa porção de pele morena da qual ela nunca se cansava. Tinha o cabelo despenteado e úmido e o aro de ouro que adornava seu lóbulo brilhava, conferindo a ele um aspecto selvagem e primitivo. Sobressaltava o coração.(...)"



"(...)

     —Amo você.
     A agitação começou a rasgar as reservas de Kelly. Olhou-o nos olhos, procurando em seu interior. E o que descobriu a fez estremecer. Quis falar, mas não podia, afogava-se. Tampouco necessitou, porque Miguel a estreitou entre seus braços, e ela se foi acomodando. Reclinou a cabeça sobre seu ombro, inalando seu aroma de masculinidade, ouvindo seu coração, que galopava desenfreado. Jesus! Como ia resistir a ele? Gemeu, quando suas mãos acariciaram suas costas. Mas repentinamente a segurou pelos ombros e a afastou, cravando seus olhos nos seus.
     —Eu me arrastarei ante você como um verme. Suplicarei, peregrinarei de joelhos, se for necessário. Não a mereço e sei. Sou um homem sem princípios, talvez sem futuro, um despojo ao que não deveria nem olhar à cara. — separou-se dela, afastando-se para o outro extremo do quarto, tocando o cabelo — Porei uma pistola em sua mão para que tenha vingança, porque, se não tiver você, prefiro a morte. Mas não posso deixar de amar você, Kelly. Não posso!
     —Eu…
     —Por todos os infernos, mulher, vai acabar comigo - foi dizendo, aproximando-se de novo dela. Pousou seus lábios sobre seu cabelo, descendo para a orelha— Por que acha que fui buscá-la na casa de Fran? Por que acha que fugi de Belle Pode? Por que pensa que estive bebendo como um louco? —Abraçou-a mais forte contra si e começou a beijá-la na base do pescoço, no ombro, no queixo. A voz de Miguel se fez grave, dançante e apaixonada— Sinto-me sujo, Kelly. E me comportei como um rufião, eu sei. Só sou digno de seu desprezo, meu amor… - Sua boca arrasava a prudência de Kelly descendo por seu decote enquanto suas mãos acariciavam as clavículas— Mas a amo - repetiu— Maldita seja se souber como cheguei aqui, Kelly, mas não posso viver sem você!(...)"

"(...) 
Foi Kelly quem o beijou, abraçando seu pescoço e oferecendo sua boca. E ali, naquele instante, soube que não amaria outro homem enquanto ficasse um hálito de vida(...)"



"(...)Tudo em Kelly o apaixonava mais e mais… Tinha toda uma vida para amá-la e não lhe parecia suficiente.(...)"


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quarta-feira, 11 de julho de 2012

A RENDIÇÃO DE SARAH - Cynthia Clement



Inglaterra, 1823 Difícil conquista...
Sarah está nadando no lago quando um desconhecido a confunde com uma cortesã. Ela consegue escapar dos braços do homem, mas fica arrasada ao reencontrá-lo horas depois e descobrir que se trata do futuro noivo de sua prima Caroline. A situação não poderia ser mais constrangedora, principalmente porque Sarah não consegue tirar do pensamento a lembrança do doce e quente toque daquele homem...
Alex Caldern não tem ilusões quanto ao amor. Seu casamento será apenas um meio para gerar um herdeiro. Mas na véspera do noivado, ele se vê dominado por uma atração irresistível pela tímida prima de Caroline. Ora provocante, ora retraída, Sarah se esquiva de suas mais engenhosas tentativas de conquistá-la. No entanto, quando uma série de atentados põe em risco a vida de Alex, o sentimento de Sarah pouco a pouco se revela, e ele está mais do que pronto para satisfazê-la...


PARTES DO LIVRO

"(...)— Como descobriu este lugar? A propriedade está tão mal cuidada que não é fácil encontrar o lago.
Sarah olhou-o de relance. Ele tinha ombros largos e era bem alto. O corpo transpirava virilidade e poder. O rosto bronzeado não denotava qualquer emoção, mas os olhos bri­lhavam ao observá-la.
— Sempre venho para estes lados. Em comparação com o resto da propriedade, este trecho não está tão ruim.
Ao levantar um pouco a barra do vestido para ir embora, Alex impediu-a, agarrando com firmeza seus braços.
Ofegante, Sarah estreitou os olhos, temerosa. Ao sentir a mão dele roçar levemente sua face, arrepios de prazer per­correram seu corpo.
— Não vai me dizer onde mora? — ele perguntou. — Eu gostaria muito de vê-la de novo.(...)"

"(...)Observou atentamente a prima e notou que ela demons­trava uma alegria forçada. Tinha dado as costas ao noivo e prestava atenção somente no Sr. Stanton. Alex parecia não se importar com a atitude e continuava conversando com Bryan. Ao tomar um gole da bebida, seus olhos se cruzaram. Ela sentiu a boca seca. De repente, só existiam os dois, como se o mundo tivesse parado naquele segundo. Sua vida sem­pre fora tão organizada que não estava preparada para as novas sensações que a dominavam(...)"

"(...)— Ficará bem enquanto Nellie não chegar?
— Sim, claro — ela respondeu, evitando encará-lo. — Obrigada pela ajuda.
Se Stanton e Nathan não estivessem esperando na porta, ele a tomaria nos braços. Não pretendia manter a promessa de ficar afastado dela. A lembrança do beijo que tinham tro­cado havia uma semana estava viva em sua memória. Nunca vivera uma experiência tão linda e aquilo o assustava. De repente, seus sonhos de menino vieram à tona. Sonhara com amor, uma família e em dividir a vida com uma mulher como Sarah.(...)"

"(...)— É a mulher mais linda que já vi — sussurrou. — Nunca quis ninguém como a quero.
Sarah não podia mais negar o que sentia por ele. Não havia dúvidas. Ela o amava. Mergulhou nos olhos faiscantes e sorriu. Mesmo que fosse só por aquela noite, valeria à pena. Estava tomada pela paixão(...)"

"(...) — Finalmente a sós. — Alex suspirou. — Ansiei por esse momento a noite toda.
— Eu também — ela confessou.
Alex tomou-lhe a boca num beijo ardente, que foi retri­buído com paixão. Havia prometido a Sarah uma vida de felicidade e honrara sua palavra. Ela jamais se arrependera de ter se arriscado a viver ao lado dele. O amor a tinha curado e feito com que se sentisse plena.(...)"


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Amor Pagão - Patricia Ryan


Inglaterra, 1160


O invencível poder do amor...
A jovem Constance era praticamente uma escrava, à espera de ser possuída pelo implacável sir Roger Foliot, lorde de um vilarejo inglês. Ele, porém, não contava com a capacidade de Constance de escapar ao seu jugo, sob a proteção de Rainulf Fairfax, padre e catedrático de Oxford. Apesar de levar a sério seu voto de celibato e castidade, Rainulf não ficou indiferente à beleza e à inteligência de Constance, desde o primeiro instante em que a viu. Antigo soldado das Cruzadas, ele tinha experiência com lutas e batalhas, mas não estava preparado para o intenso conflito de paixão prestes a eclodir entre ambos. Arrebatada por um amor proibido, Constance desejava o honrado e íntegro Rainulf bem mais do que apenas como seu professor. E então, os dois se depararam com uma nova lição sobre o sentimento do amor: sua força... suas consequências... e o indescritível e precioso êxtase de compartilhar um futuro... juntos!


quarta-feira, 27 de junho de 2012

2 - Elizabeth - Maura Seger


ORGULHO E PAIXÃO TRAVAM GUERRA EM SEUS CORAÇÕES


A elegância e a agitação social de Boston contrasta fortemente com o lugar em que Elizabeth Calvert foi criada, na Virgínia, onde a serendidade superficial esconde a luta ferrenha pela sobrevivência.
Elizabeth deixa-se encantar pelo luxo e pela riqueza desta sofisticada cidade do Norte. E sente-se personagem de um conto de fadas quando se casa com o mais fascinante magnata da região, Drake Bennington.
A certeza de ter encontrado um amor especial sofre seus primeiros abalos quando ela e o marido se descobrem verdadeiros estranhos num casamento tão cheio de conflitos quanto o Norte e o Sul do país, recém-saído da guerra. Desiludida, Elizabeth será tentada a voltar para a tranqûilidade da terra natal e para os braços de seu antigo amor.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Por Amor - Nicola Cornick


Ela partia o coração de todos os homens !!
Ao rejeitar mais uma proposta de casamento, Lady Polly sentiu que seu coração ainda ardia pelo homem que recusara cinco antes. Ouvira dizer que, em desespero, seu bem-amado lorde Henry Marchnight tornara-se um patife e um jogador. Quando ele apareceu a sua frente, porém, numa sacada deserta, e roubou-lhe um beijo. Polly percebeu que sua paixão não morrera. Aquele homem ainda sabia como provocá-la com apenas um toque. No entanto, ela precisou usar o bom senso, quando começaram a surgir suspeitas de que lorde Henry podia ter um comportamento criminoso. Deveria ela retornar a sua rotina de desprezar pretendentes? Ou deveria fazer o que não fizera cinco anos antes : confiar em seu amor e seguir seu coração.