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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Reclamada por Seu Marido



Ia reclamar a noite de núpcias que não teve.
Bram MacKinloch passou sete longos e atormentados anos em cativeiro e somente três coisas o mantiveram vivo: a força bruta, a sede de vingança e a lembrança do belo rosto de sua esposa.
Assombro foi uma das sensações que estremeceram o corpo de Nairna quando voltou a ver Bram.
As cicatrizes mostravam seu sofrimento, e seus olhos refletiam a voracidade de um desejo tão ardente que podia consumi-los.
Entretanto, muitas coisas mudaram desde que se uniram com tanta inocência…


quarta-feira, 27 de março de 2013

O Amuleto Secreto - Donna Grant



 Ele podia sentir sua magia... 

Enviado a uma perigosa missão no sombrio mundo dos Druidas, Galen deve encontrar uma ancestral relíquia para vencer os inimigos do Castelo MacLeod. 
Mas o que descobre é algo muito mais poderoso e infinitamente mais perigoso. 
Uma jovem Druidesa cuja beleza é tão cativante como a magia... 
Poderá libertar a alma daquela mulher? 

Reaghan é a mulher mais encantadora que Galen já conheceu e a mais enigmática. 
Ela é imune ao poder dele de ler a mente. 
Ele a faz se sentir segura. 
Mas Reaghan guarda dentro de si um segredo poderoso que pode destruir a ambos. 
E se Galen espera estreitar todas as noites em seus braços esta cativante mulher, deverá vencer a escuridão que se abate sobre ela todos os dias... 

segunda-feira, 11 de março de 2013

O Viking Fugitivo - Sandra Hill


Tão alta e atraente como as valkirias das lendas, a doutora Rain Jordan estava orgulhosa de seus antepassados nórdicos apesar de seus costumes bélicos. Mas ela não podia acreditar no que via quando um golpe na cabeça a transportou para um campo de batalha de pesadelo e ela teve que salvar o bárbaro de seus sonhos.

Ele era um desenquadrado de olhar selvagem cuja espada mortal poderia matar uma dúzia de saxões com um só movimento, mas Selik não podia controlar a descarada jovenzinha que vinha do futuro. Ele considerava Rain uma prisioneira e desejava aproveitar-se de suas habilidades médicas... e seu considerável conhecimento da anatomia masculina. Mas a exasperante mulher tinha suas próprias idéias. Se Selik não tomasse cuidado, a impressionante sereia certamente capturaria seu coração e o converteria em um guerreiro do amor em vez de ser... o viking proscrito.

Reclamada por Seu Marido



Ia reclamar a noite de núpcias que não teve.
Bram MacKinloch passou sete longos e atormentados anos em cativeiro e somente três coisas o mantiveram vivo: a força bruta, a sede de vingança e a lembrança do belo rosto de sua esposa.
Assombro foi uma das sensações que estremeceram o corpo de Nairna quando voltou a ver Bram.
As cicatrizes mostravam seu sofrimento, e seus olhos refletiam a voracidade de um desejo tão ardente que podia consumi-los.
Entretanto, muitas coisas mudaram desde que se uniram com tanta inocência…


sexta-feira, 8 de março de 2013

O Amuleto Secreto - Donna Grant

clip_image002A série Dark Sword reúne todo o poder, a paixão e a magia dos legendários guerreiros da Escócia — Determinados a lutar pela vitória na guerra e no amor.
ELE PODE SENTIR SUA MAGIA...
Enviado a uma perigosa missão no sombrio mundo dos Druidas, Galen deve encontrar uma ancestral relíquia para vencer os inimigos do Castelo MacLeod. Mas o que descobre é algo muito mais poderoso e infinitamente mais perigoso. Uma jovem Druidesa cuja beleza é tão cativante como a magia...
PODERÁ LIBERTAR A ALMA DAQUELA MULHER?
Reaghan é a mulher mais encantadora que Galen já conheceu e a mais enigmática. Ela é imune ao poder dele de ler a mente. Ele a faz se sentir segura. Mas Reaghan guarda dentro de si um segredo poderoso que pode destruir a ambos.
E se Galen espera estreitar todas as noites em seus braços esta cativante mulher, deverá vencer a escuridão que se abate sobre ela todos os dias... 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

1 - Feiticeira das Terras Altas - Deborah MacGillivray


Escócia, 1296Sortilégio de amor
Na época mais sombria da Escócia, um guerreiro inglês trajado de negro chega em busca de Tamlyn MacShane. Abençoada com os poderes da percepção, Tamlyn previra aquele dia, em que o implacável guerreiro Julian Challon conquistaria sua terra - e seu coração. Determinada a resistir a ele, Tamlyn luta com todas as armas que tem ao alcance... mas não há como se contrapor àquela força e sensualidade...

Cansado de batalhas sangrentas, Julian anseia por uma vida tranquila, e o bucólico vale no coração da Escócia é o lugar ideal para reaver a paz de espírito de que ele tanto precisa. Em seus planos, a jovem dama, moradora do castelo, deveria ser apenas uma prisioneira, mas a beleza vibrante de Tamlyn o enreda de corpo e alma... E o intrépido guerreiro corre o risco de sucumbir a um encanto que não pode ser quebrado...


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Promessas de Casamento - Laurie Paige


O último pedido de um jovem prisioneiro.

Dentro de poucos dias, Beauregard St. Clair será executado na forca. Mas antes de morrer, ele quer satisfazer dois desejos: arranjar uma esposa - a quem deixar sua fortuna - e gerar um filho.

Quando Roselynne Moreley é trancafiada na sombria prisão de Newgate, em Londres, Beau jura conquistar-lhe o amor.

Esse homem só pode ser louco! É o que Roselynne pensa ao ser pedida em casamento pelo companheiro de cela. Como pode se casar com um estranho, atrás das grades de um cárcere? Mas, por outro lado, como recusar o pedido, se ele promete lutar para conseguir sua liberdade? Poderá Roselynne manter sua parte no acordo com esse desconhecido vindo da colônia americana... e, ao mesmo tempo, preservar a dignidade de lady inglesa



03 -Renda-se - Familia Langley


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4kGYKMHYXlP4wrfkwWep_NW4PFojwm8Yv4R1xHdQym8L_vb18JGmyQpcmeA4xAi-AFx8sMMpibAsBLAttKQpJwAfzrraIsMk2rdTeYI89W0kbFG9fvuDBarCFyCGnJKyOV9SUiK6TYb8/s320/REnda-se+2.jpg

Inglaterra, 1825

A Bela e a Fera

Jared Ravenswood está decidido a atender ao último pedido de sua leal governanta: entregar a filha dela aos cuidados de Calantha, a duquesa de Clairborne.

Um pedido incomum, por tratar-se de uma criança incomum, pois a pequena Hannah é, na verdade, a chave para os mais inconfessáveis segredos da duquesa e para o passado de Jared, um passado que lhe rendeu o estigma de “Lorde Fera”.

Jared, no entanto, se surpreende ao conhecer a duquesa e encontrar, no lugar da megera implacável que ele imaginara, um anjo de beleza e candura, sobrevivente de um casamento infeliz, vivendo sozinha com sua criação de rosas e um intrigante mistério que envolve seu passado.

Para Jared, desvendar esse enigma significa apaixonar-se, fazer Calantha acreditar no impossível e perseguir a promessa contida no mais íntimo e sensual sussurro de amor...


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Meu Amor, Meu Inimigo - Margo Maguire



Inimigos jurados... Destinados ao amor.

O barão Mathieu Fitz Autier esperava alguma resistência ao reivindicar o domínio saxão que conquistara em batalha.
Porém, jamais esperaria que a senhora daquelas terras tivesse coragem de enfrentá-lo... com uma flecha apontada para sua cabeça!
Lady Aelia vira seu mundo ruir quando os normandos tomaram seu amado lar.
E o pior: ela se sentia atraída por Fitz Autier, seu maior inimigo!
Ela não sucumbiria à paixão pelo implacável guerreiro, não quando era obrigada a se render a um normando.
Mas uma jornada por terras assoladas pela guerra testaria ambos muito além do que poderiam imaginar.
..





PARTES DO LIVRO:

"(...)Autier era um guerreiro experiente e não se expunha. Seus movimentos eram poderosos e controlados, sua perícia como cavaleiro, impecável. Mesmo assim, Aelia vigiou-o.
E então, no calor do combate, seu elmo se deslocou e ela viu que era um demônio muito bonito. Mesmo daquela distância, notou os ângulos masculinos do rosto, as linhas fortes do queixo. O cabelo escuro era longo para um normando e descia em mechas sobre a testa, marcada por rugas de raiva... ou frustração.
Ergueu o arco, mas sua pontaria foi perturbada por uma estranha tontura e um súbito tremor que lhe sacudiu os ombros estreitos. Havia esquecido por completo a previsão de sua mãe, feita muitos anos antes, mas quando a visão do guerreiro normando lhe causou um forte calor que lhe percorreu o sangue e os ossos, lembrou-se das palavras:
A terra se moverá e seu corpo estremecerá com a percepção, quando vir pela primeira vez seu verdadeiro e único consorte.(...)"
"(...)ele era ainda mais formidável de perto. Era terrível de admitir, mas tinha medo dele.
Achara-o bonito de longe, mas agora que podia ver suas feições e os braços maciços e peito nus admitiu que havia mais em Fitz Autier do que um rosto bonito. O nariz tinha uma leve saliência, o que indicava que fora quebrado. Uma cicatriz fina marcava sua testa e, a partir daquele dia, teria para sempre uma lembrança de sua flecha na face.(...)"
"(...)— Obrigado por vingar a morte de meu pai, senhor. Minha dívida para com você aumenta.
Seria melhor se o tivesse insultado ou saído da tenda para dormir do lado de fora. Mas sabia que ele não deixaria, que amarraria suas mãos e tornozelos e a prenderia a ele.
Ele estava perto demais. Seus ombros ocupavam quase todo o espaço e Aelia se lembrava de como seu peito era sólido e forte quando se recostava nele ao cavalgarem, como seus braços musculosos a seguravam.
Era seu inimigo, não devia sentir conforto com sua presença. Mas quando ele se voltou para ela, o rosto perto demais, Aelia não conseguiu recuar. Não havia espaço nem ela queria, especialmente quando ele lhe tomou o rosto nas mãos e tocou seus lábios com os dele.
Tentou se lembrar do motivo por que isto era impossível, mas não conseguia pensar, não com os lábios dele se movendo sobre os seus. Ela suspirou e ele aprofundou o beijo, separando-lhe os lábios e invadindo-lhe a boca, seduzindo-a(...)"
"(...)A visão foi encantadora quando Aelia puxava a saia de lado para descer. Mathieu não conseguia deixar de olhar, e uma visão dela sem as saias lhe surgiu na mente. Convenceu-se de que precisava olhar para o outro lado, se queria evitar a repetição do erro da noite anterior. Viera aqui apenas para garantir que ela estava em segurança, não para seduzi-la. 
Ela desceu até o galho mais baixo e se sentou, os quadris no mesmo nível que os ombros dele. Ele dominou o impulso de lhe passar os braços pela cintura e ajudá-la a descer e se voltou quando ela pulou para o chão.(...)"
"(...)Ele a puxou para seu colo.
— Você tem uma boca maravilhosa.
Ela tentou se levantar, mas ele a segurou com firmeza, debruçou a cabeça e a beijou, um beijo delicado e doce.
— Barão...
— Mathieu. Meu nome é Mathieu. — sua voz era suave e sedutora e, quando lhe tocou o queixo e as orelhas com os lábios, e traçou-lhe a linha do pescoço com beijos intensos, ela mal pôde respirar.
— M... Mathieu...
— É um doce som em seus lábios. Muito melhor que o choque que sinto cada vez que a vejo.
— Choque?
— Sim. — ele beijou um ponto particularmente sensível sob sua orelha — Quando a vi pela primeira vez, senti o chão se mover sob meus pés.
— O chão se moveu?(...)"
"(...)— Mathieu, você precisa parar...
— Não. Você é minha, jamais pertencerá a outro.
Um prazer intenso a dominou ao sentir seu toque, ouvir suas palavras. Teria realmente sentido a mesma força de reconhecimento que sua mãe previra, ou era apenas o delírio da bebida? Como poderia afastá-lo se ele era realmente seu consorte?
— Cada vez que a vejo, é como se alguém incendiasse meu sangue.
Ele a puxou mais para si e a beijou.(...)"
"(...)— Não quero isto, normando! 
— Nem eu!
Ela não o libertou. Com fogo nos olhos, puxou-lhe a cabeça e o beijou com uma ferocidade que o fez perder a respiração. Ele virou a cabeça para aprofundar o contato, sentindo o gosto de sua raiva e de sua paixão. Ele interrompeu o beijo e encostou a testa na dela enquanto recuperava a respiração.
— Você não pertence a nenhum outro, Aelia.(...)"

"(...)Ela lhe cobriu as mãos com as suas e puxou-as para o peito.
— Eu o amo. Quando o vi pela primeira vez, mesmo enquanto lhe atirava a flecha, sabia que você mudaria minha vida. — tocou o corte em sua face — Sinto muito por isto... e por...(...)"
"(...).Ela lhe tomou as mãos e beijou cada palma.
— Eu o amo, Mathieu. Você conquistou mais do que minhas terras quando foi a Ingelwald. Você é senhor do meu coração, do meu corpo e da minha alma.
Ele fechou os olhos e se inclinou, tocando-lhe a testa com a dele.
— E você, Aelia... Eu a amo com tudo o que sou, com tudo o que espero ser.
Ele se levantou e tomou-lhe a mão, erguendo-a. Quando lhe segurou o rosto com as mãos e curvou-lhe a cabeça para beijá-la, Aelia soube que sua mãe estava certa.
Esta senhora saxã reconhecera seu único e verdadeiro consorte à primeira vista.

Comentários:

  1. Gostei do enredo deste livro, bem escrito, romântico e delicioso de ler. Existe química e sensualidade entre os personagens principais. O barão Mathieu Fitz Autier é um bravo guerreiro, forte, viril, encantador e delicioso. Lady Aelia é determinada e corajosa , mas apesar de se tratar de uma batalha , de conquistas por terras , conquistador e conquistada. Existe uma forte atração física entre eles que no decorrer do livro vai se intensificando e a paixão se transforma em amor. Adoro quando o amor e a paixão explodem entre eles e não existe mais resistência, não existem mais lados opostos ou inimigos, tudo fica em segundo plano rendido por este sentimento avassalador.

O Amor é Cego - Lynsay Sands


http://www.lynsaysands.net/books/covers/love_is_blind_200.jpg

Inglaterra, 1720

Adrian Montfort, o conde de Mowbray, sabia que a bela e estabanada lady Clarissa Crambray poderia ser perigosa. Ela era, na verdade, um desafio. Mas era exatamente o desafio que ele precisava...

Clarissa sempre desejou encontrar um noivo, mas sua madrasta queria mais ainda que a enteada encontrasse alguém disposto a se casar com ela. Clarissa concordava que os óculos escondiam a beleza de seu rosto, mas se ela seguisse o conselho da madrasta e não os usasse, como iria enxergar?

Já causara confusão suficiente para merecer um apelido infame nos círculos sociais, em função de sua deficiência visual. Todos os possíveis pretendentes pareciam sair correndo... Até que de repente apareceu um cavalheiro disposto a dançar com ela.

Um homem elegante, atraente, misterioso... E Clarissa se vê a tropeçar... no amor!







  • Este livro é muito divertido!!! Gosto muito de homens com cicatrizes e onde o homem se apaixona perdidamente pela mocinha.
  • Clarissa é muito atrapalhada, linda e educada. Mas, completamente cega sem seus óculos..rsrsrs. Sem eles causa muitos acidentes hilários. Ela passa quase o livro todo sem seus óculos, por exigência da sua madrasta. Ri muito.principalmente quando ela faz coisas como incendiar a peruca de um pretendente safado e derramar chá no outro queimando as partes excitantes de um homem.... 

    Adrian Montfort é um fofo com cicatriz no rosto. Ele é o conde de Mowbray e se apaixona pela mocinha. 

  • Gostei também das cenas hots, sensuais e excitantes .....Bota excitante nisso!!!


Adorei o casal deste livro..................... 

O Conde Sedutor - Deborah Simmons



Inglaterra, 1818.
Uma mulher apaixonada, perdida entre a suspeita e o desejo!
Sebastian Pernhurst, conde de Ravenscar, excitava a imaginação da jovem escritora Vivian Lancaster. Misterioso e fascinante, Sebastian era mais sedutor do que qualquer personagem criado por Vivian. Mas o conde representava perigo: estava sendo acusado de assassinato! Mesmo assim, quado ele a tomou nos braços, Vivian foi dominada por um sentimento que a fez esquecer sua fama de criminoso...




PARTES DO LIVRO:


"(...)— Ravenscar!
Surpresa, Vivian fitou sem reservas o conde misterioso que tanto fantasiara. Era alto, bem mais do que imaginara e moreno. Seus cabelos negros eram um pouco mais compridos do que a moda ditava.
Tinha a testa alta, um nariz aquilino e sobrancelhas fartas, que lhe davam um olhar diabólico, acentuado pela cicatriz que tinha abaixo de um dos olhos cinzas. Sua boca bastante máscula curvou-se de novo ao observar o irmão. Vivian escutou Vanessa respirar fundo. Para alguns, a face de Ravenscar poderia aparecer muito severa; para outros, ameaçadora.
Para Vivian, ele era o homem mais bonito que já vira em toda sua existência(...)"

"(...)Em seguida, Mary correu para a cozinha, enquanto Vivian ajeitava o vestido. Não se demorou para ir ao encontro do homem de seus sonhos.
Ele estava de costas, olhando pela janela. Vivian aproveitou-se da oportunidade para estudá-lo. Notou de novo como era alto e elegante. Tinha ombros largos. Ravenscar vestia uma simples capa preta, como os cabelos que lhe trilhavam o colarinho. Não se tratava de um dândi, constatou ela, com orgulho.
Sentindo-se observado, o conde virou-se e lançou-lhe um olhar tão gélido que Vivian quase deu um passo para trás. Seu coração disparou ao deparar com aquela face. Aquele, sim, era um homem por inteiro. Um homem de verdade(...)'

"(...)A voz dele a enredava, e Vivian sentiu o corpo entorpecido com a proximidade de Ravenscar.
— Obrigada, milorde. E muito generoso de sua parte.
— Não. E você quem é generosa, Vivian. E corajosa e inteligente. E bela, tão bela…
Bela? Será que escutara direito? Ela fitou-o, tentando encontrar uma expressão de pouco-caso, mas enganou-se por completo.
Ravenscar fora sincero. A expressão zombeteira em seu rosto sumira, e as paixões estavam evidentes, como a promessa de uma tempestade.
Vivian nunca havia sido tão elogiada. E a maneira como Ravenscar a observava fazia com que se sentisse bonita. Umedecendo os lábios, ela observou a boca do conde responder ao gesto. Seu coração acelerou. Algo estava prestes a acontecer. Seu corpo tremia de excitação.
Com medo de respirar para não quebrar o encanto, Vivian manteve-se quieta enquanto Ravenscar se aproximava. Para seu desapontamento, sua meta eram os óculos. Ele tirou-os de seu rosto.
— Você nem imagina o quanto eu esperei por este momento — confessou Ravenscar, num sussurro que escondia diversos sentimentos. O que o impelira a tirar seus óculos? Colocando-os de lado, ele ergueu o rosto de Vivian. A luva acariciou o pescoço delicado. Vivian tinha os cabelos presos e jamais experimentara sensação semelhante.
Outra vez, ela achou ter saído de uma história, uma heroína sob o domínio de um charmoso vilão. Mas era realidade. O conde de Ravenscar, o homem de seus sonhos, pressionava-a contra si.
Seus lábios se encontraram. Os de Ravenscar, quentes e firmes, e Vivian, que nunca fora beijada na vida, achou que desmaiaria. Em vez disso, entrelaçou os dedos nos cabelos do conde e deixou-se levar.
A boca de Ravenscar invadiu os lábios dela, experimentando e ensinando algo que Vivian nunca imaginou existir. Era mais exótico e excitante do que poderia supor.(...)"
"(...)— Oh, Sebastian! Eu te amo!
Ele respirou fundo, extasiado. Não costumava revelar suas emoções, mas hoje tinha de falar.
— Que ótimo, pois eu já te amo há algum tempo. Ela sorriu, pois sabia ser verdade.(...)"

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

3 - Nascido em Pecado - Irmandade da Espada



Embora poucos possam presumir saber manejar a espada tão bem como ela, Caledonia MacNeely não pode evitar sentir um forte desgosto quando se vê oferecida em matrimônio ao tristemente famoso Lorde Sin – Sin significa “pecado”. Embora esse misterioso desconhecido a encha de temor, tanto pelas escuras falações que o cobrem de infâmia como pelo calor de seu contato, Callie tem que obedecer às ordens do rei inglês.
Com o destino de seu clã pendendo de um fio, não ficam muitas alternativas.
Rechaçado por todos desde a mais tenra infância, Sin MacAllister aprendeu a desprezar sua herança escocesa. Agora, em cumprimento de uma perigosa missão, deverá retornar às detestadas Highlands, depois de contrair matrimônio com uma sedutora jovem cujos cabelos vermelhos são um reflexo de seu espírito fogoso…





Este livro é sensacional. A leitura prende do início ao fim.
O casal principal Calendônia e Sin são incríveis. Callie é uma mulher corajosa, leal, inteligente, lutadora , determinada e amorosa. Sin MacAllister é um homem sofrido, injustiçado, corajoso, destemido, leal, forte, sensual, lindo e muito hot. Fiquei complematmente apaixonada por ele. Chorei  e me emocionei  durante todo o livro.…Super recomendo.

PARTES DO LIVRO:

"(...)Callie tentou dar um passo para trás, mas a presença de Jamie na escada atrás dela e sua precária posição sobre o degrau em cima do qual acabava de ser depositada o impediram.
De repente se sentiu apanhada pela poderosa presença do cavalheiro, que parecia infiltrar-se em seus mesmos ossos. Aquele homem era perigoso. Sim, era realmente letal. Callie o sentia com todos seus instintos.
Atreveu-se a elevar o olhar para seu robusto pescoço bronzeado, que mostrava uma profunda cicatriz, e logo a fez subir por seu bonito rosto para terminar vendo os olhos do diabo em pessoa. Aqueles olhos negros como a meia-noite ardiam com inteligência e fogo. Abrasavam-na com uma luz fantasmagórica que a fez tremer.
Callie tragou saliva.
Nunca havia visto um homem semelhante. Seu rosto e sua figura sem dúvida eram os mais formosos que ela tivera contemplado jamais. Suas facções estavam magnificamente definidas e esculpidas, e sua mandíbula era forte e perfeita e apenas ficava obscurecida por uma sombra de barba viril.
Cabelos tão negros como suas roupas caíam sobre seus ombros ao estilo de seus parentes das Highlands. E enquanto o olhava, Callie distinguiu o mais diminuto dos defeitos em seu rosto: uma cicatriz quase invisível em cima de sua sobrancelha esquerda.
Mas eram aqueles olhos negros os que a mantinham cativa. Aqueles olhos mortíferos, tão escuros que Callie nem sequer podia ver a pupila neles, coisa que a aterrava. Porque eram muito frios e estavam vazios. E o que era ainda pior, entreabriram-se para contemplá-la com um excessivo interesse(...)"

"(...) Enquanto os guardas iam, Callie elevou o olhar para o cavalheiro negro que havia evitado que levassem a seu irmão. Sua bondade para com eles tinha sido incomensurável.
Tinha pensado em lhe agradecer, mas enquanto percorria rapidamente seu corpo com o olhar, Callie descobriu que não podia falar.
De fato, teve que recorrer a toda sua força de vontade para não ficar boquiaberta.
Os ombros nus do cavalheiro eram todos os largos que tinham parecido ser debaixo de sua cota de malha. Seu corpo era duro e bem definido, e os músculos se flexionavam brandamente a cada inspiração que fazia.
Mas foram as numerosas e profundas cicatrizes que sulcavam a carne agora revelada as que mantiveram cativa o olhar de Callie. O cavalheiro negro parecia ter sobrevivido a incontáveis batalhas e ataques. Callie não pôde evitar que o coração lhe encolhesse ante aquela terrível visão.
E então foi quando viu que lhe sangravam os antebraços.
—Estais ferido.(...)"

"(...) Callie contemplou a Sin enquanto ele permanecia orgulhosamente imóvel ante ela, seus escuros cabelos caindo sobre seu rosto de uma maneira muito sedutora: era um homem perigosamente bonito. Um homem que podia chegar a causar um efeito devastador em uma mulher com nada mais que um simples sorriso. Ela não pôde evitar perguntar-se como seria estar entre seus braços, sentir o sabor daqueles lábios sobre os seus.(...)"

"(...)Callie o viu partir. Pela primeira vez, reparou em sua maneira de caminhar. Como um leão à espreita que esperasse que outra fera saltasse sobre ele a qualquer momento.
Era um homem muito feroz, aquele cavalheiro. Feroz e solitário. E não demoraria a ser seu marido.(...)"

"(...) Estava mais nervosa do que tivera devido, também se sentia um pouco irritada pela possibilidade de que a ele simplesmente tivesse esquecido que tinham um encontro.
—Achas que deveria ir buscá-lo, milady?—ofereceu-se Aelfa.
Antes que pudesse responder, Callie viu vir a lorde Sin entre as sombras que se iam alargando.
Sentiu que ficava sem respiração. Ainda completamente vestido de negro, Sin oferecia uma figura impressionante. Recém barbeado, levava os cabelos afastados do rosto, e a tranqüilizou ver que se tomou a moléstia de prestar tanta atenção a sua aparência por ela.
Callie o olhou e sorriu.
—Me perdoes por chegar tarde, milady —disse ele, lhe fazendo uma reverência cortesã—. Tive que passar mais tempo na cidade do que havia pensado.
Um calafrio desceu pelas costas de Callie quando lhe levantou a mão e depositou um galante beijo sobre seus nódulos.
—Estais completamente perdoado —disse, reparando na falta de fôlego que soou sua voz.
O que havia naquele homem que a fazia sentir tanto calor, e ao mesmo tempo tal frio? Que a fazia estremecer-se daquela maneira, ao mesmo tempo em que toda ela parecia arder por dentro?
O sorriso com que ele respondeu a suas palavras fez que lhe fraquejassem os joelhos. Agora o tinha tão perto que podia cheirar seu fresco e limpo cheiro, e sentir como o calor de seu corpo esquentava o seu. Sua força e o poder que irradiava lhe afligiam os sentidos (...)"

"(...)Aquele homem, tão forte, tão cheio de dor, que podia esquecer de si mesmo e ajudar aos outros apesar de que ninguém o tinha ajudado jamais. Aquilo a assombrava. Também a assustava, mas por cima de tudo a comovia profundamente.
(...)" 

"(...) Por todos os céus, como desejava àquele homem. Dava-lhe no mesmo que crimes tivesse cometido ou o que tivesse podido fazer para sobreviver aos horrores de seu passado. A única coisa que importava era o modo em que lhe chegava ao coração.
Sin a fazia rir, a fazia sentir-se necessária e desejável. Acima de tudo, a fazia sentir-se mulher. Despertava algo oculto dentro de seu ser, uma parte dela que Callie nunca tinha sabido que existisse.
Quando olhava dentro de seus olhos, podia ver o futuro. Via as crianças que queria ter e o lar que queria criar para todos eles.
Sin não podia entender por que não se separava dela. deveria tê-lo feito. Seria o mais nobre. Mas depois de tudo, ele e a nobreza de espírito viviam em mundos distintos. Ele era uma besta que só conhecia as artes básicas da sobrevivência.
Só sabia como proteger a si mesmo daquilo que podia lhe fazer dano.
E, entretanto, quando a olhava, só podia pensar em ser o homem que ela necessitava. Em tê-la a seu lado durante o resto da eternidade.
Como desejava que tivesse havido alguma maneira de apagar seu passado e ser o tipo de homem que uma mulher como aquela merecia.

"(...)Com as costas apoiadas na parede, Sin era uma visão magnífica sob a luz da lua cheia. Sua intensa claridade lhe permitia ver suas feições. Havia algo muito masculino em sua maneira de estar sentado ali em cima, praticamente escarranchado sobre o muro. O via relaxado e a gosto, e entretanto Callie sabia que podia entrar em ação como um leão faminto ante a menor provocação.(...)"

"(...)Ele olhou a sua esposa, ali de pé no corredor com seus vermelhos cabelos caindo sobre os ombros em suaves cachos. Callie levava o plaid verde, amarelo e azul escuro de seu pai e a saia negra realçava sua magnífica figura.
Era a visão mais bonita que jamais tinham contemplado seus olhos.
—Podes me ensinar o que é o amor?
Callie sentiu que ficava sem respiração quando aquelas palavras ditas em voz tão baixa chegaram aos seus ouvidos. A pena e o sincero desejo que encerravam fizeram que as lágrimas fossem a seus olhos. Sin parecia muito vulnerável de pé ali. Permanecia orgulhosamente erguido ante ela, entretanto, Callie percebeu a facilidade com que poderia lhe fazer mal se o rechaçava. Algo que ela não faria jamais.
Rindo e chorando de uma vez, correu para ele e lhe passou os braços ao redor dos ombros.

—Sim, meu amor. Eu adorarei fazê-lo.
Sin não havia sido consciente até aquele momento do muito que tinha temido ver-se rechaçado por Callie. Foi então quando compreendeu quão grande era a parte de seu coração que havia deixado exposta ante ela.
Sentindo que seu coração ferido elevava o vôo, segurou-a nos braços e a beijou. O sabor dos lábios de Callie o enlouqueceu. A sensação de seu corpo tão flexível e quente junto ao seu...(...)"
"(...) Sin estendeu as mãos para Callie e saboreou a sensação de tê-la em seus braços.
—Obrigado, Callie —murmurou com um fio de voz.
—Não tens por que me agradecer. Suponho que não pensarias que ia permitir que o rei matasse ao homem que amo, verdade?
Ele tomou a mão de Callie na sua e contemplou o anel que lhe havia dado. Com o coração ainda lhe palpitando por causa do que acabava de lhe ouvir dizer, sustentou-o junto a seu peito. 
—Te amo, Callie Ingen Neil, senhora do clã dos MacNeeely e esposa de um homem tão pouco digno de você que jura que passará o resto de sua vida tentando te demonstrar o muito que significas para ele.
Callie sorriu.
—Não precisa que o tentes, Sin. Basta-me olhar em seus olhos para sabê-lo. —Beijou-o apaixonadamente, e logo o puxou em direção a seu cavalo—. Agora venha comigo, marido, e te levarei ao nosso lar.
Sin fechou os olhos ante aquelas palavras. Pela primeira vez em sua vida realmente tinha um lar(...)"